Projeto do Instituto Reciclando o Futuro tem como foco a geração de emprego e renda por meio do empreendedorismo feminino
A partir de março, um projeto de capacitação e qualificação profissional promete revolucionar o modelo tradicional de ensino. Com uma cozinha itinerante, o “A Arte de Cozinhar” vai percorrer todo o Distrito Federal levando conhecimento a 200 mulheres do Distrito Federal. A iniciativa tem o objetivo de certificar as participantes em gastronomia, por meio de aulas diferenciadas, dinâmicas e práticas.
Com professores renomados e uma van totalmente projetada e equipada para funcionar como uma cozinha educativa, o projeto do Instituto Reciclando o Futuro tem como foco fomentar a geração de emprego e renda por meio do empreendedorismo feminino.
Com a chancela do Ministério das Mulheres, do Governo Federal, o “A Arte de Cozinhar” é uma iniciativa pioneira e totalmente gratuita que vai levar diversos cursos, como de confeitaria criativa, aquelas que pretendem aprender ou profissionalizar seus conhecimentos na área.
“São qualificações caras e carentes no mercado. Nossa ideia é facilitar ao máximo o acesso de mulheres, principalmente daqueles em situação de vulnerabilidade social, à profissionalização e à inserção no mercado de trabalho”, destaca a idealizadora do projeto e fundadora do Instituto Reciclando o Futuro, Renata Daguiar.
De acordo com Renata Daguiar, a gastronomia integra atualmente o grupo de setores mais aquecidos do mercado de trabalho, acompanhando a expansão da alimentação fora do lar, que responde por milhões de empregos no país e mantém ritmo constante de geração de vagas.
Vale destacar que levantamentos do setor indicam
crescimento na abertura de restaurantes, bares e serviços de delivery, ao mesmo
tempo em que empresários relatam dificuldade para preencher postos,
especialmente em funções técnicas como cozinheiros e chefs. O avanço de
formatos como dark kitchens, catering, eventos e food trucks amplia ainda mais
as oportunidades, consolidando a gastronomia como um campo com alta demanda por
mão de obra e perspectivas positivas de empregabilidade, apesar de desafios
como rotatividade e disparidade salarial.
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