A música sertaneja sempre foi
marcada por grandes compositores e Brasília também começa a revelar seus nomes
nesse cenário
Entre eles está Léo Oliveira,
cantor e compositor que vem se consolidando na cena musical da capital federal.
“A música autoral tem um papel muito importante para a gente, porque é ela que
constrói nossa identidade. Cada composição carrega um pouco da nossa história e
do que queremos transmitir no palco. Ver essas músicas ganhando espaço e
fazendo parte do Deu Baile é muito especial”, afirma Léo
Nascido em Brasília em 1994, Léo
iniciou sua trajetória musical ainda na igreja. A partir de 2017 passou a
investir na carreira profissional e, desde então, vem construindo um repertório
autoral que já começa a ganhar espaço no Distrito Federal.
Entre suas composições estão
músicas como “O Jogo Virou”, “Sexto Sentido”, “Desapega”, “Vai Com Medo Mesmo”
e “Coração Capotou”, que circulam nas plataformas digitais e ajudam a
consolidar sua identidade artística.
No palco, Léo integra o projeto
Deu Baile, ao lado do cantor Marlom Almeida, levando ao público um espetáculo
que mistura ritmos e cria uma atmosfera de baile moderno. “Ter músicas autorais
dentro do projeto também é muito importante, porque ajuda a construir nossa
identidade artística, afirma Léo.
Com presença crescente nas redes
sociais e agenda consolidada em casas de show de Brasília, o projeto já se
prepara para um novo marco: a gravação do primeiro DVD, prevista para 2026.
O trabalho contará com produção
musical de Rick Azevedo, nome conhecido no sertanejo nacional, com produções
para artistas como Gusttavo Lima, Gabriel Gava e integrantes da dupla Fred
& Fabrício.
A gravação está prevista para
acontecer em Goiás, na Fazenda Vó Diolina e contará com 12 faixas inéditas em
fase de desenvolvimento.
Mais do que um registro musical,
o DVD representa um passo estratégico de consolidação artística e ampliação de
mercado, um movimento que pode projetar o Deu Baile para circuitos maiores
dentro do cenário sertanejo nacional.
Para Léo, o momento representa
mais do que uma conquista pessoal é também um sinal de que a nova geração da
música brasiliense começa a ganhar espaço e visibilidade.
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